Sydney Opera House


sydneyA arquitetura é uma das expressões mais fortes do gênio humano, senão pelo desafio de dar forma ao concreto, pela imponência de suas realizações.

A Ópera House de Sydney é sem dúvida uma obra que exalta essa capacidade sem fim da humanidade de reescrever seu meio ambiente.

Além da beleza incontestável e de ser um ícone da arquitetura moderna o prédio projetado por Jorn Utzon também tem uma história bastante intrigante.

Localizada na Austrália, é um dos edifícios mais amarcantes do mundo. A construção teve início em 1959, sendo definido pelo seu criador como projeto “fatias de laranja”.

Os problemas de engenharia nessa complexa construção geraram um atraso na conclusão do projeto. O engenheiro havia anunciado o fim em três anos e um custo de três milhões de dólares australianos, mas o prédio foi concluído 15 anos depois de sua criação, com um custo total de 102 milhões de dólares. A polêmica começou em 1966, quando Jorn Utzon abandonou a direção da obra.

O edifício está estruturado com uma série de cascos marítimos, seu telhado é constituído por um milhão de tijolos que pesam por volta de 15 toneladas e são sustentados por 350 quilômetros de cabos de aço. Em toda a casa, são 6225 metros quadrados de vidro que compõe as imensas paredes e 645 quilômetros de cabos elétricos para manter a iluminação. Hospeda vários complexos de cinema, cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes, seis bares e diversas lojas de recordações.

Construído entre o porto e o mar e cercado de jardins extremamente bem cuidados o Sydney Opera House foi declarado Patrimônio Mundial da Humanidade e compõe a paisagem da cidade Australiana com harmonia e beleza.

 

 

 

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